top of page

textos

Para as traduções, clique aqui.

Estranheza, poesia e entre-corpos. In: Sedlmayer, Sabrina; Henriques, Luís; Fenati, Carolina (orgs.). Silvina Rodrigues Lopes: pensar sem fim. Lisboa: O Homem do Saco, 2021.

Qualquer parte do corpo está defronte. Sobre o In de Valentina Parravicini. Lisboa, Revista Cratera, Grupo de Investigação Performance e Cognição do ICNOVA, mai 2021.

A dança da irregularidade do olho: aprendendo a aprender. In: Oliveira, Mickaël (org.). A presença do texto na dança e no teatro contemporâneos. Lisboa: Centro de Estudos de Teatro/FLUL, 2020.

Andar para trás para dar a volta - conversa com Mariana LemosEntrevistadores: Bernardo RB, Laura Vainer e Júlia Larama. Lisboa: edições c.e.m, 2019.

O desconhecido é tão importante quanto o conhecido: fluxos no ´Sopro´ de Sofia Neuparth. Lisboa, Interact, v. 28-29. 2018. 

Arco, corpos e palavras. Conversa com Margarida Agostinho, gestora artística do c.e.m. Entrevistadores: Bernardo RB e Júlia Larama. Lisboa: edições c.e.m, 2018.

O físico do dizer e o dizer do físico. Sobre o espetáculo 'A praia´, do Coletivo Qualquer. Lisboa-Belo Horizonte, Umbigo das coisas, 2018.

O texto que existe antes da frase: apontamentos sobre ler, escrever e performar. Santa Maria, Revista Digital do Laboratório de Artes Visuais, vol. 9, n. 2, 2016.

Sobre o Jaguar, espetáculo de Marlene Monteiro Freitas. Lisboa-Belo Horizonte, Umbigo das coisas, 2016.

Danças passageiras, de Zélia Monteiro. Belo Horizonte, Catálogo do Fórum Internacional de Dança - FID, 2014.

Intervenções no livro do curso Arte e espaço -- uma situação política no século XXI. Belo Horizonte: DUO Editorial, 2014.

Pelas barbas de Ed Marte. São Paulo, Revista Geni, n. 13, 2014.

A partir do Sentimento das fezes. Belo Horizonte, Umbigo das coisas, 2014.

Llansol, La Boétie, a servidão voluntária e a liberdade de escrever. Belo Horizonte, Revista Em Tese, v. 18, n. 2, mai-ago. 2013, Faculdade de Letras, UFMG.

Pairando no rebordo dos dedos pousados na mesa. Por ocasião da exposição É a minha casa, mas creio que vim fazer uma visita a alguém, de Manuel Santos Maia. Porto: Casa da Imagem, 2013.

O gênero que permite - Uma conversa com Ana Luisa Santos e Guilherme Morais sobre a performance Trans, em cartaz em Belo Horizonte. São Paulo, Revista Geni, n. 3, 2013.

Movimentos de Um corpo que cai [Vertigo], de Hitchcock. São Paulo, Revista Geni, n. 2, 2013.

Uma objeto com um força. São Paulo, Revista Geni, n. 1, 2013.

 

A voz começante de Maria Gabriela Llansol. (Literatura Portuguesa Contemporânea. Literatura e Performance) – Faculdade de CIências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, 2012.

 
A forma de mão. In: Barrento, João; Santos, Maria Etelvina (Orgs.). Llansol: A Luminosa Vida dos Objectos. Lisboa: Mariposa Azual, 2012. 

Registro de como veio uma pessoa a um país -- de Boa Morte, Brasil, a Lisboa, PortugalGaleria Quadrum, 2011.

bottom of page